Física Nerd é um blog sobre física e o mundo Nerd, afinal, ambos fazem parte do mesmo pacote.
domingo, 3 de abril de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
Bolsas para professores de ensino básico
Professores do ensino básico público terão bolsas de mestrado pela Capes
O ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou nesta segunda-feira (21/3) a criação de bolsas de mestrado à distância para professores da educação básica por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A condição para aquisição do benefício será a permanência de, no mínimo, cinco anos na rede pública de ensino. O anúncio foi feito na cerimônia de outorga da Ordem Nacional do Mérito a 11 educadoras brasileiras, no Palácio do Planalto.
O ministro informou que os cursos deverão ser nas áreas de disciplinas aplicadas na educação, como matemática e biologia, por exemplo, e que além de garantir a melhoria da educação por meio do aperfeiçoamento dos professores, a medida visa incentivar o aumento da oferta dos cursos de mestrado para educadores. Haddad disse que a intenção é que as universidades reajam à provocação feita pelo MEC e ofereçam mais cursos.
“Queremos garantir o prosseguimento do estudo do professor, agora com mais que uma especialização. Seguindo a experiência dos países desenvolvidos do ponto de vista educacional, nós vamos estender as bolsas de mestrado para os profissionais da escola pública que tenham interesse neste diploma ”, explicou o ministro.
A cada mês de março, o benefício será liberado e terá vigência máxima de 24 meses. Existe, também, a possibilidade de concessão de bolsas para mestrados presenciais, desde que em cursos aprovados pela Capes e consideradas algumas situações de interesse específico do Estado. O não cumprimento do compromisso de cinco anos de exercício em escola pública, após o curso de mestrado a distância, implicará a devolução dos recursos.
Fernando Haddad frisou, ainda, que será permitido aos professores acumular o salário e o valor da bolsa, uma vez que o mestrado não exigirá dedicação exclusiva. A medida faz parte de um conjunto de ações para elevar a qualidade da educação básica, definida pelo MEC como “área excepcionalmente priorizada”. A portaria que normatiza a concessão dessas bolsas será publicado no Diário Oficial da União de amanhã (22/3).
O ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou nesta segunda-feira (21/3) a criação de bolsas de mestrado à distância para professores da educação básica por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A condição para aquisição do benefício será a permanência de, no mínimo, cinco anos na rede pública de ensino. O anúncio foi feito na cerimônia de outorga da Ordem Nacional do Mérito a 11 educadoras brasileiras, no Palácio do Planalto.
O ministro informou que os cursos deverão ser nas áreas de disciplinas aplicadas na educação, como matemática e biologia, por exemplo, e que além de garantir a melhoria da educação por meio do aperfeiçoamento dos professores, a medida visa incentivar o aumento da oferta dos cursos de mestrado para educadores. Haddad disse que a intenção é que as universidades reajam à provocação feita pelo MEC e ofereçam mais cursos.
“Queremos garantir o prosseguimento do estudo do professor, agora com mais que uma especialização. Seguindo a experiência dos países desenvolvidos do ponto de vista educacional, nós vamos estender as bolsas de mestrado para os profissionais da escola pública que tenham interesse neste diploma ”, explicou o ministro.
A cada mês de março, o benefício será liberado e terá vigência máxima de 24 meses. Existe, também, a possibilidade de concessão de bolsas para mestrados presenciais, desde que em cursos aprovados pela Capes e consideradas algumas situações de interesse específico do Estado. O não cumprimento do compromisso de cinco anos de exercício em escola pública, após o curso de mestrado a distância, implicará a devolução dos recursos.
Fernando Haddad frisou, ainda, que será permitido aos professores acumular o salário e o valor da bolsa, uma vez que o mestrado não exigirá dedicação exclusiva. A medida faz parte de um conjunto de ações para elevar a qualidade da educação básica, definida pelo MEC como “área excepcionalmente priorizada”. A portaria que normatiza a concessão dessas bolsas será publicado no Diário Oficial da União de amanhã (22/3).
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Vida no Arsênico
Sempre achei que a vida de outra "maneira" seria no silício...
Bactéria que vive de arsênico redefine concepção sobre a vida
Elaine Pereira - Estado de Minas
Publicação: 02/12/2010 17:34 Atualização: 02/12/2010 19:04
Imagem divulgada pela NASA, pela Science e pela Associação Americana para o Avanço da Ciência mostra a cepa da bactéria GFAJ A-1 (REUTERS/NASA/Science/AAAS/Handout)
Imagem divulgada pela NASA, pela Science e pela Associação Americana para o Avanço da Ciência mostra a cepa da bactéria GFAJ A-1
Uma descoberta anunciada nesta quinta pela revista Science em parceria com a Nasa muda o conceito de vida como entendida pelos cientistas. O arsênico, composto conhecido por ser venenoso, pode servir de alimento para uma bactéria encontrada por uma equipe de pesquisadores em um lago salgado da Califórnia, nos Estados Unidos.
De acordo com os cientistas, o estudo é fascinante e muda o entendimento sobre os elementos que seriam necessários à vida, como carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre. Com a descoberta, foi possível comprovar que o arsênico pode substituir o fósforo nas moléculas de uma bactéria que existe na natureza. O organismo não só consegue viver no meio do arsênico, mas também cresce incorporando o elemento ao seu DNA e membranas celulares.
O achado mostra o quão pouco os cientistas sabem sobre a variedade de formas de vida na Terra e deve expandir as pesquisas sobre vida em outros planetas e luas. Com a constatação, os astrobiólogos poderão procurar vida em outros planetas sem olhar apenas para os planetas com o mesmo equilíbrio de elementos que a Terra tem.
A descoberta da equipe da Nasa foi liderada por Felisa Wolfe-Simon, uma ex-cientista do grupo de pesquisas de Anbar, na Escola da Exploração da Terra e do Espaço da Universidade Estadual do Arizona.
Não se trata de uma exceção trivial: o fósforo faz parte da estrutura do DNA e é um componente do ATP, a molécula usada para transportar energia no metabolismo celular. Batizado de GFAJ-1, o novo organismo foi encontrado em sedimentos do Lago Mono, da Califórnia, nos Estados Unidos. O lago é extremamente salgado e conta com níveis elevados de arsênico, um elemento que fica logo abaixo do fósforo na tabela periódica.
Bactéria que vive de arsênico redefine concepção sobre a vida
Elaine Pereira - Estado de Minas
Publicação: 02/12/2010 17:34 Atualização: 02/12/2010 19:04
Imagem divulgada pela NASA, pela Science e pela Associação Americana para o Avanço da Ciência mostra a cepa da bactéria GFAJ A-1 (REUTERS/NASA/Science/AAAS/Handout)
Imagem divulgada pela NASA, pela Science e pela Associação Americana para o Avanço da Ciência mostra a cepa da bactéria GFAJ A-1
Uma descoberta anunciada nesta quinta pela revista Science em parceria com a Nasa muda o conceito de vida como entendida pelos cientistas. O arsênico, composto conhecido por ser venenoso, pode servir de alimento para uma bactéria encontrada por uma equipe de pesquisadores em um lago salgado da Califórnia, nos Estados Unidos.
De acordo com os cientistas, o estudo é fascinante e muda o entendimento sobre os elementos que seriam necessários à vida, como carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre. Com a descoberta, foi possível comprovar que o arsênico pode substituir o fósforo nas moléculas de uma bactéria que existe na natureza. O organismo não só consegue viver no meio do arsênico, mas também cresce incorporando o elemento ao seu DNA e membranas celulares.
O achado mostra o quão pouco os cientistas sabem sobre a variedade de formas de vida na Terra e deve expandir as pesquisas sobre vida em outros planetas e luas. Com a constatação, os astrobiólogos poderão procurar vida em outros planetas sem olhar apenas para os planetas com o mesmo equilíbrio de elementos que a Terra tem.
A descoberta da equipe da Nasa foi liderada por Felisa Wolfe-Simon, uma ex-cientista do grupo de pesquisas de Anbar, na Escola da Exploração da Terra e do Espaço da Universidade Estadual do Arizona.
Não se trata de uma exceção trivial: o fósforo faz parte da estrutura do DNA e é um componente do ATP, a molécula usada para transportar energia no metabolismo celular. Batizado de GFAJ-1, o novo organismo foi encontrado em sedimentos do Lago Mono, da Califórnia, nos Estados Unidos. O lago é extremamente salgado e conta com níveis elevados de arsênico, um elemento que fica logo abaixo do fósforo na tabela periódica.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Mais um Ctrl C Ctrl V
Pela falta de tempo vai um texto retirado do Blog Conversando Direito(UAI).
Castigo ou prêmio: a “punição” ao Juiz
O Conselho Nacional de Justiça prestou um grande serviço à sociedade e à magistratura brasileira (esta última que anda com a imagem meio arranhada). Colocou em disponibilidade, por dois anos, o juiz Edilson Rumbelsperger Rodrigues, de Sete Lagoas (MG), acusado de machismo no julgamento de processos relacionados à Lei Maria da Penha – que protege as mulheres vítimas de violência.
No caso que levou à abertura do processo, em 2007, o juiz dizia ver "um conjunto de regras diabólicas" e afirmava que "a desgraça humana começou por causa da mulher".
Como se não bastassem tamanhos impropérios, o magistrado considerava a Lei Maria da Penha absurda e a classificava como um "monstrengo tinhoso".
Vejam algumas “pérolas” de uma decisão do meritíssimo:
"Ora, a desgraça humana começou no Éden: por causa da mulher, todos nós sabemos, mas também em virtude da ingenuidade, da tolice e da fragilidade emocional do homem (...) O mundo é masculino! A ideia que temos de Deus é masculina! Jesus foi homem!”
"Para não se ver eventualmente envolvido nas armadilhas dessa lei absurda, o homem terá de se manter tolo, mole, no sentido de se ver na contingência de ter de ceder facilmente às pressões".
No julgamento do CNJ, os conselheiros colocaram em dúvida, além da imparcialidade e cumprimento funcional, até mesmo a sanidade mental do magistrado. Segundo órgãos da imprensa, a decisão do Conselho levou em consideração, mais do que os termos da decisão do juiz, as declarações feitas à imprensa e a divulgação dos argumentos.
Porém, algo me chamou muito a atenção nesse processo: durante os dois anos de afastamento, o magistrado continuará, tranqüila e serenamente, recebendo, no aconchego do seu lar, os vencimentos proporcionais ao tempo de serviço.
Isso é castigo, punição? Ou seria um prêmio? Os demais brasileiros, trabalhadores “normais”, teriam esse previlégio?
Castigo ou prêmio: a “punição” ao Juiz
O Conselho Nacional de Justiça prestou um grande serviço à sociedade e à magistratura brasileira (esta última que anda com a imagem meio arranhada). Colocou em disponibilidade, por dois anos, o juiz Edilson Rumbelsperger Rodrigues, de Sete Lagoas (MG), acusado de machismo no julgamento de processos relacionados à Lei Maria da Penha – que protege as mulheres vítimas de violência.
No caso que levou à abertura do processo, em 2007, o juiz dizia ver "um conjunto de regras diabólicas" e afirmava que "a desgraça humana começou por causa da mulher".
Como se não bastassem tamanhos impropérios, o magistrado considerava a Lei Maria da Penha absurda e a classificava como um "monstrengo tinhoso".
Vejam algumas “pérolas” de uma decisão do meritíssimo:
"Ora, a desgraça humana começou no Éden: por causa da mulher, todos nós sabemos, mas também em virtude da ingenuidade, da tolice e da fragilidade emocional do homem (...) O mundo é masculino! A ideia que temos de Deus é masculina! Jesus foi homem!”
"Para não se ver eventualmente envolvido nas armadilhas dessa lei absurda, o homem terá de se manter tolo, mole, no sentido de se ver na contingência de ter de ceder facilmente às pressões".
No julgamento do CNJ, os conselheiros colocaram em dúvida, além da imparcialidade e cumprimento funcional, até mesmo a sanidade mental do magistrado. Segundo órgãos da imprensa, a decisão do Conselho levou em consideração, mais do que os termos da decisão do juiz, as declarações feitas à imprensa e a divulgação dos argumentos.
Porém, algo me chamou muito a atenção nesse processo: durante os dois anos de afastamento, o magistrado continuará, tranqüila e serenamente, recebendo, no aconchego do seu lar, os vencimentos proporcionais ao tempo de serviço.
Isso é castigo, punição? Ou seria um prêmio? Os demais brasileiros, trabalhadores “normais”, teriam esse previlégio?
domingo, 31 de outubro de 2010
Para finalizar o Outubro
O mês de outubro de 2010 teve 5 sextas-feiras, 5 sábados e 5 domingos. Isso acontece apenas uma vez a cada 823 anos.
O antigo calendário romano possuía 10 meses e 304 dias, o que não lhe dava nenhuma referência com o ano solar ou as estações do ano. O Imperador Julio César, percebendo que as festas de março, para comemorar a primavera, estavam acontecendo em pleno inverno, determinou que o astrônomo Alexandrino Sosígenes corrigisse o calendário, o que gerou o Calendário Juliano, já com 12 meses e 365 dias. Nosso calendário, chamado Gregoriano, foi adotado em 24 de fevereiro de 1582, sendo uma evolução (com pequenos ajustes no cálculo do ano bissexto) do calendário Juliano.
Assim, considerando que Calendário Gregoriano, que é o utilizado atualmente, foi adotado em 1582, ele está vigente há apenas 428 anos, o que significa que a humanidade NUNCA VIU um mês de outubro com 5 sextas, 5 sábados e 5 domingos.
Isso porque no calendário Juliano, que entrou vigorou entre 46 a .C. e 1582, o mês de "October" possuía apenas 30 DIAS, o que torna impossível que ele começasse em uma sexta-feira e terminasse em um domingo como o atual mês de outuro de 2010.
Resumindo: Outubro assim, nunca se viu, e só se verá novamente no ano de 2833. E aqui no Brasil soma-se + 1 feriado e 2 turnos de eleição nessa conta...
O antigo calendário romano possuía 10 meses e 304 dias, o que não lhe dava nenhuma referência com o ano solar ou as estações do ano. O Imperador Julio César, percebendo que as festas de março, para comemorar a primavera, estavam acontecendo em pleno inverno, determinou que o astrônomo Alexandrino Sosígenes corrigisse o calendário, o que gerou o Calendário Juliano, já com 12 meses e 365 dias. Nosso calendário, chamado Gregoriano, foi adotado em 24 de fevereiro de 1582, sendo uma evolução (com pequenos ajustes no cálculo do ano bissexto) do calendário Juliano.
Assim, considerando que Calendário Gregoriano, que é o utilizado atualmente, foi adotado em 1582, ele está vigente há apenas 428 anos, o que significa que a humanidade NUNCA VIU um mês de outubro com 5 sextas, 5 sábados e 5 domingos.
Isso porque no calendário Juliano, que entrou vigorou entre 46 a .C. e 1582, o mês de "October" possuía apenas 30 DIAS, o que torna impossível que ele começasse em uma sexta-feira e terminasse em um domingo como o atual mês de outuro de 2010.
Resumindo: Outubro assim, nunca se viu, e só se verá novamente no ano de 2833. E aqui no Brasil soma-se + 1 feriado e 2 turnos de eleição nessa conta...
Assinar:
Postagens (Atom)
